AROMATERAPIA

AROMATERAPIA
                           
Define-se a Aromaterapia como a prática terapêutica que utiliza-se das propriedades especificas dos Óleos Essenciais, para a prevenção e tratamento auxiliar de sintomas físicos e psicológicos; visando o bem estar geral do ser humano. Ou melhor ainda, a ciência que visa confirmar a correlação entre a percepção olfatória dos aromas e a resposta orgânica e comportamental, a partir da atuação sobre o sistema límbico cerebral
                       
                      A partir de 1982, após estudos científicos desenvolvidos pelo Olfactory Research fund Institute ( Nova Iorque) começou-se a utilizar o Termo Aroma Cologia
 
                      Os óleos essenciais são misturas complexas de compostos vegetais, voláteis, muito odoríferos, exalados por uma variedade muito grande de plantas, de diversas famílias botânicas. Podem ser encontrados em raízes (gengibre, vetiver), folhas (alecrim, eucalipto), flores ( lavanda, rosa), casca de árvores (canela, pau-rosa), resinas (mina) e casca de frutas (laranja, bergamota e limão).
 
                       Todos os óleos essenciais são anti-sépticos e alguns deles possuem também propriedades antivirais ou antiinflamatórias. Através de sua localização na planta, podem-se indicar algumas de suas atuações no físico, mental e energético no ser humano.
 
                        Além de odoríferos e altamente voláteis, têm consistência mais aquosa, diferentemente dos óleos gordurosos como normalmente são associados, em função de seu nome. No reino vegetal, os Óleos Essenciais agem criando mecanismos de defesa natural, contra infecções causadas por microorganismos e insetos e regulando atividades fisiológicas e metabólicas das plantas.
 
                        E classificamos os Óleos Essenciais também de acordo com a sua volatilidade, ou seja, a velocidade com que eles se evaporam quando expostos ao ar. Assim, podem ter “notas olfativas” alta, média e baixa. Este sistema de classificação é de grande interesse para os aromaterapeutas por causa do vínculo existente entre a taxa de evaporação e o efeito que os óleos têm sobre a mente e o corpo. Por exemplo, os Óleos Essenciais altamente voláteis, normalmente estimulam a mente, ao passo que os Óleos Essenciais de baixa volatilidade, em geral tendem a ser calmantes. Os de volatilidade média, com uma taxa de volatilidade intermediária, concentram os seus efeitos balanceadores nos sistemas físicos do corpo.
 
                        Os óleos essenciais penetram o nosso corpo através de duas rotas principais: o sistema olfativo e a pele. Pesquisadores em universidades distribuídas pela Europa Central, Austrália, Reino Unido e EUA, têm estudos específicos, que dizem que os Óleos Essenciais funcionam como gatilhos, estimulando o sistema nervoso central quando inalados e que eles penetram através dos vasos capilares e tecidos celulares, quando aplicados sobre a pele.
 
                         Ao aspirarmos um óleo essencial, suas partículas são levadas diretamente para a parte superior do nariz, onde estão situadas as células receptoras do sistema olfativo. De cada célula receptora saem pequenos filamentos (cílios) que registram e transmitem a informação sobre os aromas, para o centro do cérebro. A partir daí, mensagens eletroquímicas atingem o sistema límbico, região relacionada ao comportamento, à memória e à emoção. Tais mensagens levam à liberação de substâncias neuroquímicas, que podem ser sedativas, relaxantes, estimulantes ou proporcionadoras de um grande bem-estar.
                        Os aromas não são de modo algum oleosos, são essências voláteis que se evaporam facilmente se ficarem expostos ao ar. (por isso é que se pode usar tanto em vapores, como aplicados sobre a pele). Estas substâncias químico-orgânicas e naturais são solúveis em óleo, álcool ou em água. Todas as essências são diferentes devido aos produtos químicos das plantas e das flores das quais estão sendo feitas. 
                        Eles, os óleos essenciais, podem ser utilizados ambientalmente, como pelo corpo. Entretanto, é importante salientar que o seu uso deve ser administrado e orientado por profissionais capacitados para tal, em virtude das contra indicações e do risco de intoxicação ou queimaduras.
 
                        Esta técnica visa a manutenção da saúde e estados emocionais, como tratamento complementar, por período determinado, buscando atender as necessidades pessoais ou de um ambiente específico, para seu equilíbrio e harmonia.
 
 

 
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