A Medicina Tradicional Chinesa (MTC), também conhecida como medicina chinesa, é a denominação usualmente dada ao conjunto de práticas de medicina tradicional em uso na China, desenvolvidas ao longo dos milhares de anos de sua história. A Medicina Tradicional Chinesa é uma prática antiga ainda usada por milhões de pessoas no mundo todo - mesmo após o desenvolvimento da medicina científica moderna.
Na origem da Medicina Tradicional Chinesa está a crença de que o indivíduo (microcosmo) é visto como parte integrante das forças da natureza que é o macrocosmo. Pela observação cuidadosa da natureza, os sábios taoístas eram capazes de perceber os padrões comuns aos ambientes externo e interno do corpo humano. Durante milhares de anos, as observações cumulativas dos sábios de toda a China levaram a um sistema confuso de diagnóstico e cura.
Essas antigas curas tradicionais chinesas passaram não apenas nos testes do tempo - mas sim nos testes da medicina moderna.
É considerada uma das mais antigas formas de medicina oriental, termo que engloba também as outras medicinas da Ásia, como os sistemas médicos tradicionais do Japão, da Coréia, do Tibete, da Índia e da Mongólia.
Se incorporou no sistema nacional de saúde, não se distingue dos demais aspectos dos sistemas tradicionais, seja por sua transmissão oral de lendas – onde são atualizados valores espirituais, ético/morais, e acontecimentos históricos significativos, seja por se caracterizar como conhecimento empírico/prático resultante de hábitos consagrados pela experiência, a não ser quando se associa a práticas médicas profissionais reconhecidas, hegemônicas ou não hegemônicas, consideradas como plausíveis pela medicina moderna ou científica.
Apesar das diversas semelhanças e coincidências ( dentro das pesquisas e estudos médicos-cientificos) , não se deve esquecer que a medicina tradicional chinesa é um sistema, completo em si, quanto a diagnóstico e tratamento, ou seja possui seus próprios métodos de identificar e classificar os diversos sinais e sintomas em diferentes conjuntos ou síndromes, adotando diferentes procedimentos ou técnicas para cada caso. Não podendo comparar análises e resultados com a medicina alopática , mas sim complementar.